Violência e abuso sexual na família

Todos os dias milhares de crianças são abusadas e maltratadas pela própria família. A frequência que esses crimes acontecem é vistas pelos meios de comunicação todos os dias, mas muitos dos casos não são mostrados são famílias que vivem e sofrem esse pesadelo em silêncio.

No Brasil, a violência intrafamiliar contra mulheres, crianças e adolescentes é um fenômeno social grave. Essas crianças são abusadas fisicamente e confrontadas com surras e ameaças psíquicas para que fiquem caladas.

Pesquisas mostram que a maioria dos abusadores está inserida na própria família, são pais, padrastos e tios. São as pessoas que estão próximas a crianças e que de alguma forma pode manipulá-los.

As pesquisas também mostram que a violência contra mulheres e crianças do sexo feminino são maiores do que o sexo masculino, não que os meninos não sofrem abuso mais no âmbito familiar ocorre em menor proporção.

A incidência maior de abuso sexual contra meninos acontece fora da família, em geral perpetrado por adultos não parentes.

É importante estar atento ao comportamento das crianças, as famílias estão se distanciando e o diálogo com os filhos estão cada vez mais raros, e muitas das vezes a mãe (ou cuidador) vai descobrir depois de muito tempo de abuso.

A família o lar são a maior proteção que uma criança poderia ter contra os perigos da vida, onde encontraria amor, estaria sendo cuidada e protegida, mais em muitos lares não é amor que elas recebem e sim são maltratadas e abusadas. Enquanto algumas crianças brincam e recebe amor outras são vítimas de abusos e violência sexual em seu próprio lar.

É preciso combater os abusos contra as crianças, seja denunciando ou levando a informação para que as pessoas denuncie sem medo.

Disque 100– Denuncias contra violação dos direitos das crianças e adolecentes.

Conselho Tutelar– Procure o conselho mais próximo da sua casa.

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Homossexualidade

Quando o paciente procura terapia não é por ele ser homossexual é porque ele vem sofrendo com a não aceitação da família e com o preconceito e a violência por parte da sociedade.

O psicólogo vai orientar o indivíduo, não no sentido de mudar suas atitudes em relação a sua orientação sexual, mas para compreender a dinâmica total de sua personalidade para que o seu crescimento pessoal seja saudável.

orientação sexual de uma pessoa indica por quais gêneros  ela sente-se atraída, seja física, romântica e/ou emocionalmente.

Identidade de gênero– é como a pessoa se sente  e identifica como sendo uma mulher ou homem.

Homossexuais: indivíduos que tem orientação sexual e afetiva por pessoas do mesmo sexo.

Assexual: indivíduos que não tem nenhuma atração sexual.

Heterossexual: indivíduos que sentem atração pelo gênero oposto.

Gays: são indivíduos que se relacionam afetiva e sexualmente com pessoas do mesmo sexo.

Bissexuais: indivíduos que se relacionam afetiva e sexualmente com pessoas de qualquer sexo.

Lésbicas: são mulheres que tem atração sexual, física e afetiva por outra mulher.

Transexuais: são indivíduos que não aceitam o sexo e se identifica com o sexo oposto. (a maioria deseja fazer a cirurgia para mudança de sexo).

Travesti: são indivíduos que não desejam mudar de sexo, normalmente vivem uma parte do dia como se fossem do sexo oposto, ficam fisicamente parecidos com o sexo oposto.

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