Separação: E como ficam as crianças.

Os filhos sempre sofrem com a separação dos pais, mas não precisa ser um problema para a vida deles, o importante é como os pais lidam com a separação e de que maneira vão conviver com os filhos.

Quando os pais se separam a criança precisa de um tempo para se adaptar à nova situação. Normalmente as crianças têm algumas alterações emocionais, é importante sempre oferecer explicações do que esta acontecendo conforme o entendimento das crianças.

Os fatores mais importantes de uma relação entre pais e filhos é a convivência, o respeito, o diálogo e o amor. Os pais precisam tranquilizar as crianças, sempre reforçando que ela sempre será amada e cuidada por eles para que possam sentir seguras.

A criança terá um desenvolvimento saudável se ela tiver uma relação positiva e estável com ambos os pais.

Após a separação ambos precisam separar o seu papel, a relação homem/ mulher acabou, mas o papel pai/ mãe é para sempre.

Se nesse momento a família estiver com muitos conflitos e não esteja conseguindo lhe dar com a situação é importante que procure ajuda de um Profissional.

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Transtorno de Ansiedade de Separação

A característica essencial do Transtorno de Ansiedade de Separação é a ansiedade excessiva envolvendo o afastamento de casa ou de figuras importantes de vinculação.

Quando a criança se afasta dos pais ou de seus cuidadores e temem que algo de ruim possa acontecer a si mesmo ou aos seus cuidadores, em consequência passam a ter um comportamento excessivo de apego.

Quando a criança vai se ausentar ou o afastamento realmente ocorre, manifestações somáticas de ansiedade, tais como dor abdominal, dor de cabeça, náusea e vômitos são comuns. Esses sintomas prejudicam a autonomia da  criança, que não deseja mais ir à escola, tem medo de dormir sozinha e sempre quer alguém por perto.

Como a família pode ajudar a criança

  • É preciso trabalhar com a criança sua autonomia para que ela possa se sentir segura;

  • Transmitir confiança e segurança para a criança;

  • Ajude a criança a compreender seus medos;

  • Quando a criança sente segura com os seus familiares ela consegue confiar mais em outras pessoas.

  • Ajude a criança a interagir com outras pessoas;

O transtorno de ansiedade de separação deve ser tratado o mais precocemente possível, para aliviar o sofrimento da criança e para prevenir maiores complicações na vida adulta.

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Tricotilomania

É classificada pelo, DSM-IV, como sendo um “Transtorno do Controle dos Impulsos” (dificuldade de controlar os impulsos).

A característica essencial da Tricotilomania consiste em arrancar os próprios cabelos de maneira recorrente. Os locais de onde os cabelos são arrancados podem compreender qualquer região do corpo, sendo os pontos mais comuns o couro cabeludo, sobrancelhas e cílios.

 Critérios observados:

A. Comportamento recorrente de arrancar os cabelos, resultando em perda capilar perceptível;

B. Sensação de tensão crescente, imediatamente antes de arrancar os cabelos ou quando o indivíduo tenta resistir ao comportamento;

C. Prazer, satisfação ou alívio ao arrancar os cabelos;

D. O distúrbio não é mais bem explicado por outro transtorno mental nem se deve a uma condição médica geral (por exemplo, uma condição dermatológica);

E. O distúrbio causa sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no funcionamento social ou ocupacional ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo.

Tricofagia:   Quando a pessoa ingeri o cabelo arrancado, pode causar complicações gastrointestinal.

Tratamento

O tratamento é feito em conjunto de profissionais com diferentes especialidades, Psicoterapeuta Comportamental, Psiquiatra, Gastroenterologia e Dermatologia.

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