Educar filhos

“Lembre sempre a criança aprende mais com as atitudes e exemplos do que com as palavras”.

 

Educar não é uma tarefa fácil, mas algumas atitudes com disciplina podem ajudar a criança a se desenvolver de forma construtiva.

  • Amor

Demonstrar amor, carinho e dar atenção são a primeira etapa para uma boa relação.

  • Diálogo

Conversar com a criança, saber ouvir, entender o que estar sentindo e o que deseja. É preciso ensinar a criança a resolver seus problemas para que a mesma consiga lhe dar com suas frustrações e consiga resolver suas questões.

  • Ensinar a ter limites e responsabilidades

É preciso estabelecer limites, quando der uma ordem para a criança seja firme, se toda vez que disser alguma coisa e depois mudar de ideia a criança vai achar que sempre vai conseguir o que quer e você perdera a autoridade. Quando pedir para a criança fazer alguma atividade não ofereça nada em troca, a criança precisa aprender que ter responsabilidades não é troca de favores.

  • Superproteção

 A proteção é necessária, mas a superproteção não é saudável para a criança elas precisam entender que não podem tudo e que o “Não”  fara parte de sua vida.

  • Comparações

Nunca compare um filho com o outro, dizendo que o outro é mais inteligente ou outras comparações, essas comparações trazem grandes prejuízos emocionais.

  • Elogie

 Receber só critica, diminui a autoestima, procure valorizar as qualidades da criança e elogie sempre, descubra junto com ela as atividades que gosta e ajude a desempenha-las.

  • Brincar com a criança

 Proponha momentos de lazer com a família e procure fazer desses momentos agradáveis e felizes.

 

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Adolescência

Fase de descobertas

Preciso definir minha personalidade, mas como é difícil.

São mudanças físicas, psicológicas e sociais.

Olho-me no espelho e me acho estranho.

Sinto-me confuso com minhas ideias.

O mundo dos adultos é muito complicado,

ter responsabilidades é muito difícil.

Sou cobrado o tempo todo.

Meus pais falam que preciso pensar no futuro.

Preciso estudar muito e que logo vou ter que decidir qual profissão seguir.

De repente me apaixonei e me vejo sofrendo por amor.

Meus pais não entendem minhas ideias, somente meus amigos me

compreendem.

Quero ser igual aos meus amigos, porque é estranho ser diferente.

Meus pais alertam sobre os perigos da vida, dizem que certas escolhas,

podem interferir em toda a minha vida.

Estou tão confuso, será que alguém pode me ajudar?

O texto relata um pouco da angústia vivida pelos adolescentes. A orientação da família nessa fase de desenvolvimento é muito importante. As características principais que precisa existir em uma família. São o amor, diálogo e o respeito.

Uma relação familiar saudável serve como fator de proteção para o adolescente. Os pais precisam:

  • Ter envolvimento afetivo com seus filhos
  • Entender seus problemas e conceitos pessoais
  • Saber ouvir
  • Dialogar
  • Dar suporte emocional
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Estresse

Conhecendo o estresse

O estresse é uma reação natural do organismo diante de um estímulo ou situação especial de tensão ou de intensa emoção, que pode ocorrer com qualquer pessoa.

O estresse pode ser um dos maiores fatores de risco para a vida e para a qualidade do viver de todos. A pessoa estressada não se sente bem, não consegue produzir de acordo com seu potencial, não interage com as pessoas e corre grande risco de adoecer.

No entanto, se a pessoa aprende a lidar com seu estresse, este pode ser útil, pois em doses pequenas ele da energia, vigor, aumenta a produtividade e melhora a qualidade de vida. O segredo está em dominar o estresse e não ficar sob o seu comando (LIPP, 2000).

O que causa o estresse.

O estresse surge quando a quantidade de exigências e de tensões, é excessiva para a resistência da pessoa. Toda mudança seja ela para melhor ou para pior, traz consigo a necessidade de uma adaptação à nova condição.

Dificuldades do dia-a-dia, doenças, desemprego, brigas, acidentes e perdas importantes. Muitas mudanças na vida, mesmo que para melhor, quando ocorrem muito juntas no tempo podem ter um efeito somatório de produzir estresse.

Há também o que chamamos de fontes internas de stress que podem ter um efeito ainda maior no organismo, tais como os pensamentos, sentimentos e o nosso modo típico de reagir em certas situações ( LIPP,2000).

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