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Separação: E como ficam as crianças.

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Os filhos sempre sofrem com a separação dos pais, mas isso não precisa ser um problema para a vida deles, o importante é como os pais lidam com a separação e de que maneira vão conviver com os filhos.

Quando os pais se separam a criança precisa de um tempo de adaptação para se adaptar à nova situação. Normalmente as crianças têm algumas alterações emocionais, por isso é importante sempre oferecer explicações do que esta acontecendo conforme o entendimento das crianças.

Os fatores mais importantes de uma relação entre pais e filhos é a convivência, o respeito, o diálogo e o amor. Os pais precisam tranquilizar as crianças, sempre reforçando que ela sempre será amada e cuidada por eles para que elas possam sentir seguras.

A criança terá um desenvolvimento saudável se ela tiver uma relação positiva e estável com ambos os pais.

Após a separação ambos precisam separar o seu papel, a relação homem/ mulher acabou, mas o papel pai/ mãe é para sempre.

 

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Transtorno de Ansiedade de Separação

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A característica essencial do Transtorno de Ansiedade de Separação é a ansiedade excessiva envolvendo o afastamento de casa ou de figuras importantes de vinculação.

Quando a criança se afasta dos pais ou de seus cuidadores e temem que algo de ruim possa acontecer a si mesmo ou aos seus cuidadores, em consequência passam a ter um comportamento excessivo de apego.

Quando a criança vai se ausentar ou o afastamento realmente ocorre, manifestações somáticas de ansiedade, tais como dor abdominal, dor de cabeça, náusea e vômitos são comuns. Esses sintomas prejudicam a autonomia da criança, que não deseja mais ir à escola, tem medo de dormir sozinha e sempre quer alguém por perto.

Como a família pode ajudar a criança

  • É preciso trabalhar com a criança sua autonomia para que ela possa se sentir segura;
  • Transmitir confiança e segurança para a criança;
  • Ajude a criança a compreender seus medos;
  • Quando a criança sente segura com os seus familiares ela consegue confiar mais em outras pessoas.
  • Ajude a criança a interagir com outras pessoas;

 

O transtorno de ansiedade de separação deve ser tratado o mais precocemente possível, para aliviar o sofrimento da criança e para prevenir maiores complicações na vida adulta.

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TDAH

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Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade

O TDAH afeta o comportamento e o processo de aprendizado é um diagnóstico clínico que requer avaliação de comportamentos em ambientes diferentes (p.ex., casa, escola, familiar, social). O diagnóstico pode persistir na idade adulta, se estender durante as fases de desenvolvimento, e apresentar diferentes desafios durante cada fase.

As principais deficiências do TDAH incluem:

  • Diminuição da capacidade de comportamento orientado, em uma variedade de ambientes.
  • Falta de inibição de respostas impulsivas a desejos e necessidades internas, e ou estímulos externos.

 

Tratamento

  • Identificar os sintomas
  • Proporcionar acompanhamento periódico com paciente, pais e professores.

 


TDA

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O TDA é uma desordem psiquiátrica comum na infância e que frequentemente persiste na vida adulta.

As alterações presentes são definidas essencialmente em termos comportamentais e se associam a comprometimentos de ordem social, acadêmica e de autoestima, que geram inúmeros prejuízos pessoais, familiares e sociais.

Apesar da frequência que é observado na infância, o TDA é uma desordem crônica de difícil diagnóstico e tratamento.  Uma avaliação apropriada deve ser ampla e incluir necessariamente entrevistas diagnósticas com a criança, seus pais e professores, além de observações diretas.

Segundo o DSM-IV (1994), o TDA pode manifestar-se sob três formas distintas: na primeira, observa se o predomínio da desatenção; na segunda, o predomínio da hiperatividade/impulsividade; e na terceira, a combinação dos sintomas de desatenção e hiperatividade/impulsividade. Para que sejam consideradas, os sintomas devem aparecer antes da idade de 7 anos e persistirem por mais de seis meses; além disso, é preciso que haja clareza quanto à existência de prejuízos tanto no funcionamento social quanto no acadêmico e esses prejuízos não podem ser explicados de forma mais adequada por outra síndrome já definida (p.205).

Atenção e aprendizagem:

 A atenção faz parte de nossa atividade diária e possibilita que dentre  os estímulos endógenos e exógenos aos quais os organismos se expõe, sejam relacionados aqueles que realmente sejam importantes para a realização das tarefas na quais o individuo se envolve (p.206)

A atenção é um dos requisitos ou competências básicas da aprendizagem mais importantes, pois é necessária para que um estimulo seja percebido, elaborado e transforme-se em resposta, que deve em seguida ser aliviada.

A falta de atenção e a aprendizagem: A falta de atenção identificada ou não como TDA, é uma das grandes causas das dificuldades de aprendizagem, frequentemente acompanhada por problemas de comportamento, de processamento cognitivo, ansiedade e desordens do humor, com preponderância  dos comportamentos antissociais (p.208).

Outro aspecto que acentua a dificuldade de crianças com TDA é o fato de não corresponderem a contento a um ambiente escolar que por si só é muito exigente.

Crianças com TDA apresentam em seu histórico escolar, com frequência, registros de suspensão, de expulsão, de reprovação e abandono.

A falta de atenção e autoestima:

 A partir dos 7 anos de idade, a criança inicia um processo de valorização do atributos, ela vai desenvolver a sua auto estima, referindo à imagem que tem de si mesma com senso de valor.

A autoestima é determinante da conduta humana e influi para que a pessoa desenvolva todas as suas capacidades, sendo necessário para que ela se sinta segura, querida e protegida e aceita pelo meio em que vive e nos grupos sociais que partilha, já que é um juízo global de autovalia que define o quanto se gosta da pessoa que se percebe ser.

A falta de atenção e as dificuldades de relacionamento:

As relações mantidas com nossos semelhantes são o ponto principal de nossa existência porque dependemos um dos outros para que a sobrevivência individual e do grupo seja garantida (MYERS,2000).

Além de sua importância para a aprendizagem em si, a relação aluno/aluno também possui valor educativo que contribui para a socialização da criança.

As atividades desenvolvidas pelos membros de um grupo geralmente, são prazerosas e produtivas; as diferenças e semelhanças entre os comportamentos são observadas e apreendidas, permitindo que o controle de emoções surja de forma natural e permita que a qualidade dos relacionamentos seja uma meta do grupo.

Crianças com TDA apresentam dificuldades na manutenção de relações positivas com pares ou iguais, costumam ser muito impopulares, são rejeitadas, são alvos de provocações, brigas e agressões.

Essas experiências vivenciadas pela criança são levadas para suas vidas, para os mais diversos contextos em que estiver inserida e será de grande prejuízo para sua vida.

Fonte: ASPECTOS ACADÊMICOS E SOCIAIS DO TRANSTORNO DO DÉFICIT DE ATENÇÃO,

Josiane Maria de Freitas Tonelotto


Discalculia

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 A dificuldade específica com a matemática não se relaciona com a ausência das habilidades básicas de contagem e, sim, com a capacidade da criança em relacionar essas habilidades com o mundo.

 Na discalculia, a dificuldade da criança se encontra nos processos de cálculos iniciais envolvendo estratégias de contagem para a resolução de problemas aritméticos de adição e subtração (GOLDMAN; PELLEGRINO; MERTZ, 1998; e GEARY,1980).

 Segundo o DSM-IV (1995) o transtorno de matemática é uma alteração na capacidade para a realização de operações matemáticas abaixo do esperado para a idade cronológica, nível cognitivo e escolaridade, sem presença de alterações neurológicas ou deficiências sensoriais ou motoras.


Disgrafia

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O transtorno da expressão da escrita raramente é diagnosticado antes do fim da primeira série escolar e sua prevalência é de difícil estabelecimento pelo fato de estar associado a outros transtornos de aprendizagem.

            ROURKE (1995) considerou que a disgrafia pode se manifestar em 3 subtipos.

  1. Disgrafia baseada na linguagem: consiste na dificuldade para construir corretamente a palavra escrita.
  2. Disgrafia de execução motora: referente à capacidade de precisão motora para a escrita, portanto esta disgrafia está relacionada a um problema puramente motor.
  3. Disgrafia visuoespacial: é uma dificuldade para distribuir a escrita no espaço gráfico e a correta separação de palavras

Estudos realizados por outros autores referiram que o quadro de disgrafia funcional é caracterizado por:

  • Dificuldade para escrever
  • Mistura de letras maiúsculas e minúsculas na palavra ou uso de letra de forma cursiva.
  • Traçado de letra ininteligível
  • Traçado de letra incompleto
  • Dificuldade para realizar cópia e falta respeito à margem do caderno.

Dislexia

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O ato de ler envolve inúmeras associações entre símbolos auditivos, símbolos visuais e significativos.

O processo de aquisição da leitura é individual, variável, dependendo da idade, maturação, de experiências culturais, de motivação e integridade do Sistema Nervoso Central (SNC) e Periférico (SNP) e de todo o desenvolvimento global (ZORZI,1996).

As causas para as dificuldades de leitura, e consequentemente de escrita, são diversas e podem ser caracterizadas por déficits visuais e/ou auditivos, dificuldades na fala e linguagem, fatores emocionais, familiares e sociais, atitudes pouco estimulantes de professores, inadequação de programas escolares entre outros. No entanto, as crianças com distúrbios de leitura-escrita geralmente não apresentam nenhuma dessas causas, uma vez que inúmeros pesquisadores concordam que esse distúrbio está relacionado a um nível normal de inteligência, ausência de déficit sensorial e outros comportamentos físicos e/ou emocionais significativos (p.56).

 As principais etiologias da dislexia são:

a)  Fator  relacionado a herança, crianças filhos de pais com problemas de leitura seriam mais propensos.

b) Fator relacionado à lateralização cerebral, teoria, GBO, referindo-se ao fato de um atraso no desenvolvimento hemisférico esquerdo, durante o período embrionário.

c)  Fator relacionado ao comportamento social diferente entre meninos e meninas, propondo que meninas têm comportamentos mais socialmente aceitos que meninos, principalmente na escola.


Terapia de casal

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“A terapia de casal pode ajudar os dois resgatem a sintonia e voltarem a olhar juntos para a mesma direção”.

O objetivo da terapia é ajudar os parceiros a identificar as insatisfações que vem ocorrendo dentro da relação e a determinar quais mudanças serão necessárias para manterem uma satisfação conjugal ou ajudar na separação.

As razões que levam os casais a procurar terapia é o tédio, depressão, dificuldades financeiras, brigas, ciúmes, falta de comunicação, afeto, sexualidade, infidelidade, conflitos com a família, discordâncias sobre a educação dos filhos entre outros.

Todos os casais passam por problemas, mas muitos deles não sabem como resolvê-los. Os problemas vão se acumulando, chega um momento do relacionamento que um não suporta mais o outro  e já não sabem como lhe dar com  a situação. E o único meio de se defenderem da relação que não esta boa é culpar o outro.

O relacionamento começa a mudar quando o casal começa a perceber e a se colocar no lugar do outro, a relação fica mais envolvente e podem voltar a se reinventar.

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Plantão Psicológico

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O Plantão Psicológico é um atendimento breve que atende a pessoa na hora que ela esta precisando de ajuda. Pode ser classificado como um atendimento de emergência.

O desafio do plantonista é o de acolher, ouvir e acompanhar o paciente no momento que está em crise.

O plantão psicológico pode ser realizado em instituições, clinicas, hospitais, escolas, e é destinado às pessoas que buscam um atendimento de apoio de emergência, em situações de crise.

O paciente vem buscar alivio para o seu sofrimento e o Psicólogo precisa  ser receptivo  estar aberto para acolher o novo, o diferente é preciso ouvir o paciente e  verificar qual a necessidade do paciente no momento e fazer o encaminhamento preciso.
O paciente pode retornar aos plantões quantas vezes precisar, por isso é preciso sempre  deixar em aberto os plantões. 


Tipos de drogas, suas consequências e tratamento

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Álcool

A ingestão de álcool provoca diversos efeitos, que aparecem em duas fases distintas: uma estimulante e outra depressora. Nos primeiros momentos após a ingestão de álcool, podem aparecer os efeitos estimulantes, como euforia, desinibição e loquacidade (maior facilidade para falar). Com o passar do tempo, começam a surgir os efeitos depressores, como falta de coordenação motora, descontrole e sono. Quando o consumo é muito exagerado, o efeito depressor fica exacerbado, podendo até mesmo provocar o estado de coma.

Os indivíduos dependentes do álcool podem desenvolver várias doenças. As mais freqüentes são as relacionadas ao fígado (esteatose hepática, hepatite alcoólica e cirrose). Também são freqüentes problemas do aparelho digestivo (gastrite, síndrome de má absorção e pancreatite) e do sistema cardiovascular (hipertensão e problemas cardíacos). Há, ainda, casos de polineurite alcoólica, caracterizada por dor, formigamento e cãibras nos membros inferiores (OBID, 2007).

Maconha

Segundo Rocha (1993) os efeitos da maconha dependem da quantidade e a qualidade utilizadas; e também da personalidade do usuário; e da influencia do meio onde se fuma e se esperam certas sensações.

Os efeitos esperados são: leve estado de euforia, relaxamento, melhora da percepção para música, paladar e sexo, prolonga a percepção de tempo, risos imotivados, devaneios e fica mais falante.

No resto do corpo os efeitos são: vermelhidão nos olhos (hiperemia conjuntival), diminuição da produção de saliva (boca seca) e taquicardia (freqüência superior ou igual a 140 batimentos por minuto). O THC tem um efeito orexígeno no apetite, ou seja, aumento de apetite. Não há registro de morte por intoxicação por consumo de maconha, visto que sua dose letal é 1.000 vezes maior que a usual.

A maconha tem como efeito mais comum o bem-estar, porém, ocasionalmente traz um desconforto acompanhado de uma ansiedade intensa e idéias de perseguição. Mais raramente pode haver alucinações. Há também, os ocasionais flashbacks que consistem em sintomas da intoxicação após a interrupção do uso. Pode haver também, no caso de pessoas com transtornos psicóticos pré-existentes uma exacerbação do quadro, como a esquizofrenia, exigindo mudanças no tratamento da doença psiquiátrica.

Esse psicotrópico, quando usado regularmente, traz problemas cognitivos como o prejuízo na memória e na habilidade de resolver problemas, comprometendo seu rendimento intelectual. Pode gerar a síndrome a motivacional, caracterizada por problemas de atenção e motivação. A tolerância é observada apenas em casos de consumo elevado da substância. Quanto à dependência, 10% dos usuários crônicos apresentam a fissura (desejo intenso pela droga) e centralidade na droga.

Já a abstinência, também observada em usuários crônicos e em altas doses, é caracterizada por: ansiedade, insônia, perda de apetite, tremor das mãos, sudorese, reflexos aumentados, bocejos e humor deprimido (OBID, 2007).

 Cocaína 

O mecanismo de ação da cocaína no Sistema Nervoso Central é aumentar a liberação e prolongar o tempo de atuação dos neurotransmissores: dopamina, noradrenalina e serotonina, os quais são atuantes no cérebro.

A dopamina é o neurotransmissor que se relaciona à dependência, visto que é este responsável pela sensação de prazer associada ao consumo da droga, bem como a outros comportamentos naturalmente gratificantes como comer, fazer sexo e saciar a sede. Além disso, estão relacionadas ao comportamento motor fino (atividades que demandam maior precisão e coordenação motora, como escrever) cognição/percepção e controle hormonal.

A noradrenalina e a serotonina se relacionam a algumas funções comuns: controle de humor, motivação e cognição/percepção. A noradrenalina se relaciona a mais duas funções, o comportamento motor fino e a manutenção da pressão arterial.

A cocaína é uma droga de efeito rápido e duração breve. Na forma de crack ou merla, essa droga é fumada, utilizando a via pulmonar. Pelo pulmão ser um órgão intensivamente vascularizado e com grande superfície para absorção, a droga chega rapidamente ao cérebro. Em dez a 15 segundos os primeiros efeitos já são percebidos e duram em torno de cinco minutos, enquanto se consumida sob a forma de pó, o efeito após cheirar surgem após dez a 15 minutos, e após injeção, em três a cinco minutos.

Os principais efeitos desencadeados pela cocaína são: sensação intensa de euforia e poder, estado de excitação, hiperatividade, insônia, falta de apetite,  perda da sensação de cansaço, dilatação de pupilas e aumento da temperatura corporal.

No caso do consumo pela via nasal, observa-se ressecamento das narinas geradas pela contração das artérias que irrigam a cavidade nasal. Quando o uso é crônico, há um prejuízo na irrigação sanguínea nasal, a qual pode culminar em necrose dessa área, que por sua vez pode resultar no desenvolvimento de ulcerações ou perfurações do septo nasal, parede cartilaginosa que separa as narinas. Esse psicotrópico também produz efeitos cardiovasculares, que são os principais responsáveis por sua letalidade. A pressão arterial pode aumentar e o coração bater mais rápido, chegando a produzir parada cardíaca. Esses efeitos são: taquicardia, hipertensão e palpitações. A morte pelo consumo excessivo da droga também pode ocorrer devido à diminuição de atividade de centros cerebrais que controlam a respiração (OBID, 2007).

 Crack

O crack pode causar problemas cardíacos, problemas respiratórios, derrames ou infartos. Ele também pode afetar o trato digestivo, causando náusea, dor abdominal e falta de apetite.

Ao percorrer a corrente sanguínea, o crack primeiro deixa o usuário se sentindo energizado mais alerta e mais sensível aos estímulos da visão, da audição e do tato. O ritmo cardíaco aumenta, as pupilas se dilatam e a pressão sanguínea e a temperatura sobem. O usuário pode então a começar a ficar inquieto ansioso ou irritado. Em grandes quantidades, o crack pode deixar a pessoa extremamente, agressiva, paranóica ou fora da realidade (Gomes, 2010).

TRATAMENTO

Não  há  um tratamento único, que seja apropriado para todos, é muito  importante que haja uma combinação adequada entre tipo  de ambiente, intervenções e serviços para cada  problema e necessidade da pessoa, contribuindo para o sucesso do  tratamento e para o retorno a uma vida produtiva na família,  trabalho e sociedade.

O  plano de  tratamento deve ser continuamente avaliado e, se for o caso, modificado para assegurar que se mantenha atualizado com as mudanças  nas necessidades da pessoa.

Um  paciente pode  necessitar de combinações de serviços que variam  durante o tratamento e recuperação.

Além do  aconselhamento ou psicoterapia, o paciente pode necessitar também  de medicamentos, outros serviços médicos, terapia  familiar orientação educacional (para os filhos), orientação vocacional e outros serviços sociais  e/ou legais. É fundamental que o tratamento esteja apropriado  a idade, sexo, grupo étnico e cultural do paciente ( Nida, 2007).

O psicólogo foca as questões relacionadas ao comportamento, às emoções, a motivação, ao relacionamento sociais (trabalho, casamento, família, amigos) e em cada um desses aspectos relacionam-se com o uso das substancias.

A terapia cognitivo-comportamental parte do pressuposto de que as emoções e  os comportamentos de uma pessoa são decorrentes de suas crenças a respeito de si mesma, do mundo e do futuro. As técnicas da terapia cognitivo-comportamental visam proporcionar ao paciente a possibilidade de reflexão sobre essas crenças e concluir pela interversão de cada uma delas ou, se for caso, encontrar formas mais funcionais de se adaptar aquelas situações que não podem ser mudadas. A mudança do comportamento requer que o individuo acredite não só que possa mudar, mas que também vale a pena mudar (Meyer, 2006).

 

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Idosos

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Deixamos de ser um país de jovens

De acordo com o Estatuto do Idoso (2003) o aumento da longevidade e a redução das taxas de mortalidade, nas últimas décadas do século passado, mudaram o perfil demográfico do Brasil.

Rapidamente, deixamos de ser um “país de jovens” e o envelhecimento tornou-se questão fundamental para as políticas públicas. Os brasileiros com mais de 60 anos representam 8,6% da população. Esta proporção chegará a 14% em 2025 (32 milhões de idosos).

“Desejo que você sendo jovem, não amadureça depressa demais e sendo maduro não insista em rejuvenescer e que sendo velho, não se dedique ao desespero. Porque cada idade tem o seu prazer e sua dor e é preciso que eles escorram entre nós.”(Victor Hugo 1802-1885).

Há riscos e ganhos com a maturidade. A maturidade depende de significados da finitude; resinificar a finitude dá sentido a existência humana.  A negação dessa realidade reflete-se nas maneiras como os indivíduos e sociedade escondem evitam e rejeitam a velhice.

Viver e envelhecer hoje têm sido uma experiência difícil para muitas pessoas. Pessoas e relações são vivenciadas com menosprezo e desvalia sem amor a vida.

Os fatores biológicos, psicológicos e sociológicos do processo de envelhecimento são relevantes para o entendimento do envelhecer de modo satisfatório. “Envelhecer, esse é ainda o único meio que se encontrou para viver por mais tempo”( Neri, p.151).

O envelhecimento não ocorre igualmente em todos os seres humanos, alguns apresentam maiores dificuldades nesse processo. Com o avançar da idade todos necessitam de atenção e cuidados específicos; envelhecer não é adoecer. Todos precisam aprender a envelhecer com qualidade de vida. Esta fase requer; cuidados com a alimentação, o lazer como atividade psicomotora.

O idoso precisa ter sua independência, acesso a alimentação, água, moradia, vestuário, saúde, ter o apoio familiar e comunitário. Ter a oportunidade de trabalhar ou ter acesso a outras formas de geração de renda e ainda determinar em que momento deverá afastar-se do mercado de trabalho.

É direito do idoso viver em ambientes seguro, adaptáveis a sua preferência e ou necessidades; ainda viver em sua casa pelo tempo que for possível.

Permanecer integrado á sociedade, participar da política que afeta diretamente seu bem estar.

Ter acesso á programas educativos e de formação adequada; podendo transmitir aos mais jovens conhecimento e habilidades, sendo aproveitadas as oportunidades para prestar serviços á comunidade de acordo com seus interesses e habilidades, podendo formar movimentos e associações de idosos.

Todo idoso tem o direito de  beneficiar-se  da assistência e proteção da família e da comunidade de acordo com os valores sociais e culturais de cada sociedade, tendo acesso a serviços sociais e jurídicos que lhe assegurem melhores níveis de autonomia, proteção e assistência.

Ter acesso a serviços de atenção á saúde para manter ou recuperar o bem estar físico mental e emocional, assim como prevenir ou retardar os segmentos de doença. Tendo acesso a meios apropriados de atenção institucional que lhe proporcione proteção, estimulação mental e desenvolvimento social, em um ambiente humano e seguro.

Desfrutar de direitos humanos e liberdades fundamentais, quando residente em instituições que lhe proporcionem os cuidados necessários, respeitando sua dignidade, crença, necessidade e a intimidade. Desfrutar, ainda, do direito de tomar decisões quanto a assistência prestada pela instituição e a qualidade de sua vida.

Poder viver com dignidade e segurança, sem ser objeto de exploração e violências físicas, psicológicas, financeiras, sexuais, abusos, negligencia e outros. Ser tratado com justiça, independentemente de idade, sexo, etnia, deficiências, condições econômicas ou outros fatores.

De acordo com o Estatuto do Idoso, (2003), o capítulo IV do estatuto do idoso trata das infrações administrativas, isto é quando um idoso é morador de uma instituição, este estabelecimento deve suprir suas necessidades básicas, saúde, alimentação, higiene, lazer. No caso de interdição do local, há multas, e o responsável responde por crime conforme o dano sofrido pelo idoso. A instituição deve cumprir as determinações para manter o abrigo com dignidade de vida e permanência destas pessoas.

No capítulo IV, artigo 15,  §   de I a V o discurso que assegura a atenção integral ao idoso vinculada ao SUS.  Prevê o artigo; prevenção, proteção e recuperação da saúde, bem como atenção ás doenças provenientes do envelhecer.

Assegura o atendimento com pessoal especializado em geriatria; também promovendo a reabilitação ou redução de seqüelas provenientes do estado de saúde, sendo que este atendimento pode ser domiciliar, e deve acessar também idosos com necessidades especiais como o de locomoção bem como na zona rural ou urbana.

As entidades terão princípios básicos, como a preservação dos vínculos familiares e prestará serviços de caráter pessoal e em pequenos grupos. Garantira ao idoso respeito e dignidade. Deve propiciar ao idoso  atividades sociais no local por elas habitado, pois estes coexistem no mesmo ambiente. Estas atividades podem ser externas ou internas, artigo, 49, §I ao VI.

Segundo o Artigo 20º – o idoso tem direito a educação, cultura, esporte, lazer, diversões, espetáculos, produtos e serviços que respeitam sua peculiar condição de idade.

É necessário que a sociedade, profissionais de saúde  esteja ciente da importância do Estatuto do Idoso, e que façam valer este para que os idosos possam ter uma vida mais saudável e feliz.

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Casamento

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 Nova etapa da vida

Início de uma vida a dois, famílias diferentes, culturas diferentes e a convivência precisa de maturidade para aceitar as diferenças, se colocar no lugar do outro, abrir mão de algumas coisas, em alguns momentos cederem à vontade do outro.

Viver a dois é um desafio diário, onde é preciso existir respeito, amizade, compreensão, paciência, tolerância e muito amor, porém nem sempre é fácil manter o equilíbrio e abrir mão de algo pelo outro, mas é uma oportunidade de crescimento mútuo. O casamento precisa proporcionar saúde, qualidade de vida e bem estar psicológico.

O amor é o ingrediente mais sustentável para que o casamento proporcione felicidade ao casal. A paixão, desejo, satisfação sexual, carinho, companhia, admiração, intimidade também são ingredientes de uma relação saudável. E manter uma relação saudável não é nada fácil, existem momentos que são maravilhosos, outros são difíceis é preciso estar sempre se renovando, manter o equilíbrio e respeitar o momento seu e do outro.

Como é difícil manter a individualidade e respeitar a individualidade do outro, tem-se aqueles dias que um está feliz e o outro está triste, tem aqueles dias que é preciso ficar por alguns momentos consigo, outros é preciso conversar e desabafar. É preciso ter em mente que o casamento não é uma prisão a dois, é preciso existir confiança para que o outro possa ter uma vida social saudável, encontrar amigos e familiares.

Muitos casais quando estão passando por alguma dificuldade a primeira solução que vem é a separação. Antes de tomar essa decisão, juntos precisam pensar no que podem fazer para melhorar. O diálogo é ferramenta essencial no relacionamento, deve-se abrir o coração, dizendo o que esta sentindo e juntos devem escolher maneiras para buscar a atender as necessidades e os sentimentos uns dos outros voltando assim a uma convivência saudável.

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E quando chega o irmãozinho!

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A chegada de um irmãozinho pode deixar o filho mais velho bastante inseguro já que a perda do posto de filho único é um acontecimento difícil para algumas crianças, as quais vão perder toda a atenção que antes era voltada só para ela e agora terá que dividir seu espaço, esse fato gera bastante ciúme na criança e ela poderá mudar seu comportamento.

Quando há uma dificuldade de adaptação pela criança ela pode desenvolver alguns comportamentos nesse período como irritação, agressividade, fica chorona e não obedece e  pode haver até um retrocesso em suas atividades já apreendidas.

Mas tudo depende de como a criança esta sendo inserida na família, os pais precisam tomar cuidado para que a atenção não fique voltada para o recém-nascido, mesmo que o mesmo precisa de mais cuidado é bom evitar que o irmão mais velho não sinta rejeitado.

É preciso ter muita paciência, conversar com a criança e ajudar ela a se adaptar a nova realidade e continuar dando atenção para que ela sinta amada e incluída na família.

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Terror noturno

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O que é terror noturno?

Terror  noturno é um distúrbio do sono que é bastante frequente entre criança entre os 2  e 5 anos de idade, frequentemente atinge mais os meninos, esse distúrbio tende a desaparecer na adolescência.

O que acontece durante uma crise de terror noturno?

Durante uma crise a criança pode chorar, gritar, sentar na cama, agitar-se, ficar com a expressão facial de medo,  ficar com a respiração acelerada e mesmo que esteja com os olhos abertos não sabe que te alguém por perto por isso não se acalma. A crise pode durar alguns minutos ou até mais de 20 minutos, e, depois que passa, a criança volta a dormir.

As manifestações ocorrem com frequência?

Varia de criança para criança, algumas apresentam semanalmente outras em 15 em 15 dias e em algumas podem ocorrer vários episódios durante a noite.

Terror noturno é diferente de pesadelo?

Sim. Quando a criança tem um pesadelo ela consegue falar do motivo que ficou assustada. Já o terror noturno a criança não consegue lembrar-se de nada.

Os episódios de terror noturno ocorrem mais no início da noite enquanto os pesadelos ocorrem mais no final da noite.

Quais são as causas e os fatores emocionais contribuem?

As causas ainda são desconhecidas, mais alguns fatores podem contribuir para o aumento dos episódios, como, por exemplo, fatores estressantes e mudanças na vida da criança.

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Livros

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Quando procurar um terapeuta?

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Qualquer pessoa, pode se beneficiar de ter o acompanhamento de um Psicólogo, o tratamento visa o crescimento pessoal, promover a saúde e a qualidade de vida das pessoas.

Existem momentos em nossas vidas que deparamos com situações que sozinhos não conseguimos resolver e sentimos a necessidade de auxilio de um profissional, como por exemplo, situações de estresse, perdas, tristeza profunda e prolongada, doenças, depressão, conflitos nos relacionamentos (familiar, conjugal), diante de problemas difusos (não sabem especificar) ou qualquer sentimento ou situação que não saiba como lidar.

O terapeuta poderá orientar e ajudar o paciente a identificar seus conflitos emocionais, quando um problema é identificado estratégias são desenvolvidas para que o indivíduo possa viver sua vida de uma forma saudável.

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Depressão

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Depressão é uma doença que afeta o humor e precisa ser tratada, quando não tratada adequadamente pode trazer grandes prejuízos na vida do individuo.

A pessoa deprimida fica muito triste e desanimada, suas relações ficam comprometidas começa a perder o interesse pelo convívio social e tende a se isolar.

Ela atinge qualquer pessoa indiferente da idade e tem predominância no sexo feminino.

Características

Humor deprimido ou perda de interesse por quase todas as atividades, alterações no apetite ou peso, sono e atividade psicomotora; diminuição da energia; sentimentos de desvalia ou culpa; dificuldades para pensar, concentrar-se ou tomar decisões, ou pensamentos recorrentes sobre morte, planos ou tentativas de suicídio.

Pode ser influenciada

Por fatores biológico-genéticos, psicológicos e sociais.

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Orientação Vocacional nas escolas

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As escolas que pretendem preparar os seus alunos para o ambiente de trabalho vem  oferendo os serviços de Orientação Profissional.

A orientação vocacional é um processo de autodescoberta do jovem, que passam a conhecer melhor as profissões  e a carreira que pretendem seguir, tem  a possibilidade de ter uma reflexão sobre si mesmo e suas escolhas.

Oferecemos  Orientação Vocacional em grupo nas escolas.

O objetivo da orientação é possibilitar aos jovens:

  • Autoconhecimento
  • Reflexão sobre os aspectos da vida profissional
  • Conhecimento das profissões
  • Conhecimento da realidade profissional
  • Tomada de decisão

Para maiores informações entre em contato:

e-mail: psicologakeila@hotmail.com

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Família, o berço da ética.

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Entrevista dada a empresa Master Health pela Psicóloga Keila de Oliveira Paulin.  

 

Família, o berço da ética.

1- O castigo é a melhor forma de corrigir a criança de algo errado que ela fez?

R: Não, pois o castigo remete a consequências negativas para a criança. Devemos impor disciplina através de regras e limites para suas atividades.

2- Os pais devem atender a todos os desejos da criança?

R: Não, os pais precisam impor limites, as crianças precisam aprender que ela não pode ter tudo o que deseja, a frustação faz parte da educação.

3- Como dizer o temido “não” para a criança/adolescente?

R: O “não” deve ser falado de forma convicta e tranquila.  Os pais devem entender que o “não” não será prejudicial para a criança/adolescente e sim será um incentivo, um aprendizado que será carregado para sua vida futura.

4- Como cuidar para que o filho seja feliz, sem que ele seja mimado?

R: Mimar a criança não é deixá-la feliz, os pais devem entender que a atenção, amor, carinho por muitas vezes é mais importante que qualquer “mimo”. Por isso eles devem cada vez mais estar presente em seu desenvolvimento os acompanhando em seu dia e isso os tornará mais felizes.

5- Qual é a melhor forma de corrigir os erros da criança/adolescente?

R: Erros às vezes podem nos ensinar novos caminhos, por isso uma boa conversa fazendo com que a criança entenda que com o erro ela pode apreender algo novo que virá de forma a somar um beneficio a ela.

6- Para os pais que tem a vida profissional agitada, como devem fazer para compensar e aproveitar os momentos com os filhos sem que eles fiquem malcriados?

R: A questão não é o tempo que passam com os filhos e sim a qualidade do tempo dedicado aos filhos. Os pais precisam participar da vida dos filhos demonstrar amor e carinho. Trocar as visitas em centros de consumos com passeios com os filhos, planejar atividades que possam realizar juntos sempre é uma boa alternativa para aproveitar melhor o tempo, um passeio ao ar livre, organizar um acampamento, um piquenique, andar de bicicleta são algumas das atividades que podem fazer e ter um dia mágico e deixar grandes recordações para a vida.

7- Além da educação básica, como deve ser a preparação para a vida social e profissional futura?

R: A família deve proporcionar suporte à criança e assegurar uma boa educação, apoiando e interagindo para que possa ter um bom desenvolvimento futuro.

8- A amizade com crianças mal educadas pode atrapalhar ou incentivar de forma negativa no processo de educação? Como deve ser a postura dos pais neste caso?

R: O comportamento das crianças é influenciável, porém a criança que tem uma base forte na educação familiar terá maior resistência a qualquer disfunção em sua educação obtida. Por isso a atenção dos pais é sempre importante em seu desenvolvimento.

9- Como corrigir os filhos sem prejudicar sua autoestima?

R: Abordar o filho com formas de incentivo, respeito pode trazer boa reação no processo educacional. A criança vendo que esta tendo atenção aceitara com maior facilidade sem causar danos a sua estima.

10- A vó “estraga” a educação do neto?

R: A educação passa de geração para geração, se as avós tem consciência da importância desta, respeitarão as regras criadas pelos pais e contribuíram para o desenvolvimento do neto.

 

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Psicoterapia Infantil

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O que é Psicoterapia Infantil?

Psicoterapia Infantil é o atendimento terapêutico feito com crianças. O tratamento visa conhecer e identificar os problemas que estejam impedindo a criança de ter um desenvolvimento saudável.

Como é a terapia infantil?

As crianças precisam de outro meio para expressar seus sentimentos que não a verbal. A criança expressa suas dificuldades emocionais através do seu comportamento, para o desenvolvimento da terapia infantil o terapeuta conta com recursos lúdicos (jogos, desenhos, brincadeiras, colagens, pinturas, histórias entre outras atividades) a fim de abordar o mundo infantil.

Dessa forma o terapeuta conhece melhor a criança, seus comportamentos e sentimentos assim são possíveis identificar o que esta impedindo a criança de ter uma vida saudável, assim o terapeuta vai criar estratégias para ajudá-la a se desenvolver emocionalmente e socialmente.

A família participa do processo terapêutico?

 A participação dos pais ou responsável no atendimento infantil é essencial para um bom desenvolvimento psicológico, a primeira sessão é feita com os pais que vai relatar o que acontece com a criança. No decorrer da terapia os pais serão chamados para serem informados sobre o tratamento e serão  orientados conforme a necessidade da criança.

Quando os pais devem procurar ajuda?

É preciso ficar atento quando a criança mostrar alguns comportamentos como agressão, ansiedade, dificuldades de aprendizagem, baixo rendimento escolar, timidez, medo excessivo, dificuldade de interagir com outras crianças, depressão infantil, enurese, encoprese, dificuldades de aceitação ao nascimento de um irmão, perdas, separação dos pais, mudança de escola e de cidade, insegurança, estresse infantil, entre outros.

As escolas também podem encaminhar a criança para psicoterapia?

Sim. Em alguns casos que a criança esteja com dificuldades de aprendizagem ou quando mostra mudanças de comportamento à escola encaminha a criança para avaliação psicológica.

Quais são as queixas mais comuns das escolas que faz o encaminhamento para o atendimento terapêutico?

As queixas mais comuns são: agressividade, dificuldades de aprendizagens, timidez, medo, déficit de atenção, hiperatividade e dificuldade de interagir com outras crianças.

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Homossexualidade

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Quando o paciente procura terapia não é por ele ser homossexual é porque ele vem sofrendo com a não aceitação da família e com o preconceito e a violência por parte da sociedade.

O psicólogo vai orientar o indivíduo, não no sentido de mudar suas atitudes em relação a sua orientação sexual, mas para compreender a dinâmica total de sua personalidade para que o seu crescimento pessoal seja saudável.

orientação sexual de uma pessoa indica por quais gêneros  ela sente-se atraída, seja física, romântica e/ou emocionalmente.

Identidade de gênero- é como a pessoa se sente  e identifica como sendo uma mulher ou homem.

Homossexuais: indivíduos que tem orientação sexual e afetiva por pessoas do mesmo sexo.

Assexual: indivíduos que não tem nenhuma atração sexual.

Heterossexual: indivíduos que sentem atração pelo gênero oposto.

Gays: são indivíduos que se relacionam afetiva e sexualmente com pessoas do mesmo sexo.

Bissexuais: indivíduos que se relacionam afetiva e sexualmente com pessoas de qualquer sexo.

Lésbicas: são mulheres que tem atração sexual, física e afetiva por outra mulher.

Transexuais: são indivíduos que não aceitam o sexo e se identifica com o sexo oposto. (a maioria deseja fazer a cirurgia para mudança de sexo).

Travesti: são indivíduos que não desejam mudar de sexo, normalmente vivem uma parte do dia como se fossem do sexo oposto, ficam fisicamente parecidos com o sexo oposto.

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Violência e abuso sexual na família

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Todos os dias milhares de crianças são abusadas e maltratadas pela própria família. A frequência que esses crimes acontecem é vistas pelos meios de comunicação todos os dias, mas muitos dos casos não são mostrados são famílias que vivem e sofrem esse pesadelo em silêncio.

No Brasil, a violência intrafamiliar contra mulheres, crianças e adolescentes é um fenômeno social grave. Essas crianças são abusadas fisicamente e confrontadas com surras e ameaças psíquicas para que fiquem caladas.

Pesquisas mostram que a maioria dos abusadores está inserida na própria família, são pais, padrastos e tios. São as pessoas que estão próximas a crianças e que de alguma forma pode manipulá-los.

As pesquisas também mostram que a violência contra mulheres e crianças do sexo feminino são maiores do que o sexo masculino, não que os meninos não sofrem abuso mais no âmbito familiar ocorre em menor proporção.

A incidência maior de abuso sexual contra meninos acontece fora da família, em geral perpetrado por adultos não parentes.

É importante estar atento ao comportamento das crianças, as famílias estão se distanciando e o diálogo com os filhos estão cada vez mais raros, e muitas das vezes a mãe vai descobrir depois de muito tempo de abuso.

A família o lar são a maior proteção que uma criança poderia ter contra os perigos da vida, onde encontraria amor, estaria sendo cuidada e protegida, mais em muitos lares não é amor que elas recebem e sim são maltratadas e abusadas. Enquanto algumas crianças brincam e recebe amor outras são vítimas de abusos e violência sexual em seu próprio lar.

É preciso combater os abusos contra as crianças, seja denunciando o abusador ou levando a informação para que o abusado denuncie sem medo.

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Família

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A família tem passado por inúmeras transformações nas últimas décadas. Apesar das grandes mudanças a família continua sendo à base sólida emocional, educacional e de valores que vamos levar por toda a vida.
A família é o primeiro grupo que a criança convive onde inicia a formação de sua personalidade, aprende os valores morais e sociais e a interagir com outras pessoas. A participação da família na vida da criança é muito importante para que a mesma possa ter uma boa estrutura e consiga ter um desenvolvimento saudável.

O ambiente familiar é muito importante na vida de seus integrantes, é preciso que exista confiança, segurança, proteção, confiança e muito amor. Para que os mesmos possam viver em harmonia e desfrutar de uma relação saudável.

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Educar filhos

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“Lembre sempre a criança aprende mais com as atitudes e exemplos do que com as palavras”.

 

Educar não é uma tarefa fácil, mas algumas atitudes com disciplina podem ajudar a criança a se desenvolver de forma construtiva.

  • Amor

Demonstrar amor, carinho e dar atenção são a primeira etapa para uma boa relação.

  • Diálogo

Conversar com a criança, saber ouvir, entender o que estar sentindo e o que deseja. É preciso ensinar a criança a resolver seus problemas para que a mesma consiga lhe dar com suas frustrações e consiga resolver suas questões.

  • Ensinar a ter limites e responsabilidades

É preciso estabelecer limites, quando der uma ordem para a criança seja firme, se toda vez que disser alguma coisa e depois mudar de ideia a criança vai achar que sempre vai conseguir o que quer e você perdera a autoridade. Quando pedir para a criança fazer alguma atividade não ofereça nada em troca, a criança precisa aprender que ter responsabilidades não é troca de favores.

  • Superproteção

 A proteção é necessária, mas a superproteção não é saudável para a criança elas precisam entender que não podem tudo e que o “Não”  fara parte de sua vida.

  • Comparações

Nunca compare um filho com o outro, dizendo que o outro é mais inteligente ou outras comparações, essas comparações trazem grandes prejuízos emocionais.

  • Elogie

 Receber só critica, diminui a autoestima, procure valorizar as qualidades da criança e elogie sempre, descubra junto com ela as atividades que gosta e ajude a desempenha-las.

  • Brincar com a criança

 Proponha momentos de lazer com a família e procure fazer desses momentos agradáveis e felizes.

 

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Adolescência

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Fase de descobertas

Preciso definir minha personalidade, mas como é difícil.

São mudanças físicas, psicológicas e sociais.

Olho-me no espelho e me acho estranho.

Sinto-me confuso com minhas ideias.

O mundo dos adultos é muito complicado,

ter responsabilidades é muito difícil.

Sou cobrado o tempo todo.

Meus pais falam que preciso pensar no futuro.

Preciso estudar muito e que logo vou ter que decidir qual profissão seguir.

De repente me apaixonei e me vejo sofrendo por amor.

Meus pais não entendem minhas ideias, somente meus amigos me

compreendem.

Quero ser igual aos meus amigos, porque é estranho ser diferente.

Meus pais alertam sobre os perigos da vida, dizem que certas escolhas,

podem interferir em toda a minha vida.

Estou tão confuso, será que alguém pode me ajudar?

O texto relata um pouco da angústia vivida pelos adolescentes. A orientação da família nessa fase de desenvolvimento é muito importante. As características principais que precisa existir em uma família. São o amor, diálogo e o respeito.

Uma relação familiar saudável serve como fator de proteção para o adolescente. Os pais precisam:

  • Ter envolvimento afetivo com seus filhos
  • Entender seus problemas e conceitos pessoais
  • Saber ouvir
  • Dialogar
  • Dar suporte emocional
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Estresse

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Conhecendo o estresse

O estresse é uma reação natural do organismo diante de um estímulo ou situação especial de tensão ou de intensa emoção, que pode ocorrer em qualquer pessoa.

O estresse pode ser um dos maiores fatores de risco para a vida e para a qualidade do viver de todos. A pessoa estressada não se sente bem, não consegue produzir de acordo com seu potencial, não interage com as pessoas e corre grande risco de adoecer.

No entanto, se a pessoa aprende a lidar com seu estresse, este pode ser útil, pois em doses pequenas ele da energia, vigor, aumenta a produtividade e melhora a qualidade de vida. O segredo está em dominar o estresse e não ficar sob o seu comando (LIPP, 2000).

O que causa o estresse.

O estresse surge quando a quantidade de exigências e de tensões, é excessiva para a resistência da pessoa. Toda mudança seja ela para melhor ou para pior, traz consigo a necessidade de uma adaptação à nova condição.

Dificuldades do dia-a-dia, doenças, desemprego, brigas, acidentes e perdas importantes. Muitas mudanças na vida, mesmo que para melhor, quando ocorrem muito juntas no tempo podem ter um efeito somatório de produzir estresse.

Há também o que chamamos de fontes internas de stress que podem ter um efeito ainda maior no organismo, tais como os pensamentos, sentimentos e o nosso modo típico de reagir em certas situações ( LIPP,2000).

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Ausência Temporária

A Psicóloga Keila estará de licença maternidade. Nesse período não estará realizando atendimento clinico.

Dúvidas pelo e-mail

 

psicologakeila@hotmail.com

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